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Bichanando

Onde uma jovem quarentona limpa o cotão que tem no cérebro!

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Onde uma jovem quarentona limpa o cotão que tem no cérebro!

Os 18 anos de jornal deram-me amigos, experiência, conhecimento e histórias. Há já muitos anos, noutra vida quase, fui fazer uma reportagem a Oliveira do Hospital. Porquê? Porque a equipa local  era composta por jogadores cujos nomes pareciam anedota: o Titico, o Tete, o Pipoca, o Pernoca, o Lili, o Fufu...e coisas que tais. Ao chegarmos a clubes de menor expressão, a receção é sempre enorme! Gostam de nos ter lá, facilitam-nos os acessos, chamam a presidente da Junta se preciso for. Chegada ao campo, falei com a maioria dos moços, fazendo depois reportagem, também, na terra. Um rapaz havia que me olhava fitamente. Pensava cá para mim: querem ver que me conhece e eu não estou a ver quem é (o que me acontece dia sim, dia sim). E o moço continuava de volta. Ai... querem ver que há taça? Até que o bendito lá se acercou de mim: «Desculpe é a Elsa Bicho? Olá, sou o Gaspar Camelo»! Irra!

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