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Bichanando

Onde uma jovem quarentona limpa o cotão que tem no cérebro! Só caganças e fanfarronadas! Por Dios!!!!

Bichanando

Onde uma jovem quarentona limpa o cotão que tem no cérebro! Só caganças e fanfarronadas! Por Dios!!!!

Estás perdoado Zé Luís

 

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 Já devem ter visto nas redes sociais que, perto de fazer 41 anos, tive de vergar-me à dura realidade de já ter uma quantidade significativa de cabelos brancos. Aproveitando 20 por cento de desconto de prenda de anos do meu cabeleireiro, fiz-me acobreada (ruiva, vá). Fui almoçar com o meu Zé Luís e ficou a olhar para mim, apreciando o novo look: «Mas não cortaste, pois não?». 

«Não, só fiz nuances. Não gostas, já percebi....»
«Não fica-te muito bem...Gosto, sim. Está bem melhor», lá elogiou, com aquela cara de quem diz uma coisa e está a pensar outra. Homens!

Isto passou-se. Outro dia fomos almoçar ao nosso restaurante de eleição, o Abacate (Central Park, Linda a Velha), e a proprietária daquele lindo espaço de comida soberba e saudável, colocou um trolley preto ao lado do meu cor de rosa: «Vê lá se ainda levo o trolley errado.»
«Então, não consegues distinguir as cores? És daltónica? Não, que só os homens podem ser daltónicos. Distingues mal as cores, é?»
E naquela altura fez-se luz.
É que o Zé Luís é, de facto, daltónico. Para ele laranja, salmão e tons de rosa é tudo igual. 'Atão' o homem não via diferença alguma do meu castanho com brancos para as madeixas acobreadas! Só percebia é que eu não tinha cortado as farripas!

Estás perdoado Zé Luís!