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Bichanando

Onde uma jovem quarentona limpa o cotão que tem no cérebro!

Bichanando

Onde uma jovem quarentona limpa o cotão que tem no cérebro!

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Já que sou mesmo uma boca de trapos, já vos disse que, talvez, comece a trabalhar num part time muito giro... Visitei as instalações da dita futura eventualidade e começou logo o meu calvário: o elevador. Na portaria estava um senhor supersimpático, brasileiro, que ficou muito espantado quando perguntei onde eram as escadas?
«Claustrofobia? Medo de estar fechada? Já não tem idade para ter monstros», respondeu-me. «Já não tenho idade? Está a chamar-me velha?»
Ai o homem ficou tão encavacado! Tentou desculpar-se de mil maneiras mas já não sabia que mais me dizer. E eu ria-me! Lá me explicou onde ficava o acesso à escadaria - «olhe que de elevador era mais fácil!» Não, insisti, lógico, e aventurei-me pelos pisos acima.
Irra que nunca vi prédio tão labiríntico: corredores brancos todos iguais, portas todas iguais....«Vá até ao fundo», dissera-me o meu novo amigo. Mas ao fundo de qual dos corredores, Cristo? Ouvi barulho de obras e perguntei aos trabalhadores.
Lá encontrei o meu destino. E depois para sair? Olhem fiz um dó li tá.... Vim parar cá abaixo à receção, é certo, mas por outra entrada diferente da inicial. E o brasileiro só gozava com a minha dificuldade. Mas terei sempre de passar por isto? Há por aí algum terapeuta que me queira fazer de cobaia e tentar curar-me?
Tal não é a moenga...

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